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Mostrando postagens de Agosto 11, 2013

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Disciplina: ESTÉTICA II Faculdade de Filosofia - UFSC
Prof. Dr. Marcos José Müller-Granzotto
Inicio do Curso: AGOSTO/2013 Dia da semana: Terça feira Horário de início: 13h30min- 16h30

Título do curso: Arte e Desejo. 

Programa:
1. Lacan a respeito de Don Giovanni de Mozart:  Desejo nos Discursos sobre a Falta
2. Zizek a respeito de “Hamlet antes de Édipo”:  Desejo nos Discursos sobre o Gozo
3. Zizek a respeito do “Cristo”:  Desejo nos Discursos sobre a Renúncia
4. Foucault a respeito de “Diógenes”:  Desejo nos Discursos sobre o Poder
5. Bataille a respeito da “Edwarda”:  Desejo nos Discursos sobre o Erotismo
6. Merleau-Ponty a respeito de “Cézanne”:  Desejo nos Discursos sobre a Ambiguidade.




Giorgio Agamben

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O filósofo Giorgio Agamben é difícil de ser enquadrado nas concepções tradicionais de filosofia, dividida tradicionalmente em períodos históricos Nascido em 1942, ele deveria ser situado como um filósofo contemporâneo. Mas como suas influências principais já são de autores contemporâneos – entre os quais destacam-se Walter Benjamin, Martin Heidegger, Michel Foucault, Jacques Derrida e Hannah Arendt – o pensador italiano acaba sendo símbolo de uma renovação filosófica e, sobretudo, de uma renovação da filosofia política. O argumento é de Claudio Oliveira, professor de Filosofia da UFF, coordenador da coleção Filô Agamben, na editora Autêntica, e também tradutor de Agamben. Nesta entrevista, ele explica por que a força política do pensamento agambeniano está em não separar a filosofia política como um campo específico da filosofia, mas, ao contrário, em pensar filosofia e política como uma coisa só. “A conjunção entre as duas é única forma de retirar ambas, a filosofia e a política, de …