Postagens

Mostrando postagens de Agosto 23, 2015

MUSICA E LITERATURA

Imagem
Alberto Heller – composições e piano Hedra Rockenbach – direção de arte e iluminação
LOCAL: Teatro Pedro Ivo DATA E HORA: 26 de agosto (quarta-feira), 21h INGRESSOS: R$40 e R$20 -   à venda pelo Blueticket ou nos teatros Pedro Ivo, CIC e TAC
Em lAbirintH, a música do compositor e pianista Alberto Heller dialoga com a poesia visual de Hedra Rockenbach; as onze músicas para piano solo que compõem o espetáculo (baseadas em poemas também de autoria de Heller) são de grande intensidade e lirismo, com influências que vão da música clássica às sonoridades mais contemporâneas, criando uma atmosfera atemporal, mágica e envolvente. Composto entre 2013 e 2014,lAbirintH brinca com as fronteiras entre música, literatura e artes visuais. Onze poemas, onze músicas, onze mundos; cada um desses mundos tem vida própria, mas em conexão com os outros – uma unidade que não chega a contar nenhuma história, mas que convida a todo tipo de viagem, como os títulos das músicas sugerem: A valsa transfigurada, Noturno,…

Para amar é necessário reconhecer que se tem necessidade do outro

Imagem
Entrevista de Jacques-Alain Miller à Psychologies: “Para amar, é necessário reconhecer que se tem necessidade do outro”
“Alguns sabem provocar o amor no outro, os serial lovers – se posso dizer – homens e mulheres. Eles sabem quais botões apertar para se fazer amar. Porém, não necessariamente amam, mais brincam de gato e rato com suas presas. Para amar, é necessário confessar sua falta e reconhecer que se tem necessidade do outro, que ele lhe falta. Os que creem ser completos sozinhos, ou querem ser, não sabem amar. E, às vezes, o constatam dolorosamente. Manipulam, mexem os pauzinhos, mas do amor não conhecem nem o risco, nem as delícias”.(Jacques-Alain Miller)
Psychologies: A psicanálise ensina alguma coisa sobre o amor?
Jacques-Alain Miller:Muito, pois é uma experiência cuja fonte é o amor. Trata-se desse amor automático, e freqüentemente inconsciente, que o analisando dirige ao analista e que se chama transferência. É um amor fictício, mas é do mesmo estofo que o amor verdadeiro. Ele…