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Mostrando postagens de Setembro 13, 2015

Caso, Ficção, Poesia e Psicanálise

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XV Jornada Corpolinguagem
VII Encontro Outrarte
II Jornada de Investigación: Formación de la clínica psicoanalítica en el Uruguay


Apresentação No ano de 2015, o Centro de Pesquisa Outrarte se propõe interrogar a história/ histeria, a poesia com a qual se faz a história. No seminário 3, Lacan fala que a obra de Freud está cheia de enigmas, de “pedras de espera”, que a releitura de seus textos sempre trazem algo a mais, diferente daquilo que se aguardava. A historicidade é uma dessas pedras de espera. Quando Lacan afirma que o sujeito da psicanálise é o sujeito cartesiano do cogito, ele inscreve a psicanálise como um saber moderno, abrindo o espaço para a questão de sua historicidade. Porém, quando procuramos a sua inscrição nos textos psicanalíticos, ahistoricidade parece difratar-se, estilhaçar-se, fragmentando-se em uma multiplicidade de termos: na rememoração – o próprio terreno de partida da psicanálise -, na regressão e na repetição; na representação e no representante-da-representa…