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Mostrando postagens de Junho 4, 2006

corpoemaprocesso / teatrodesessência

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Eu estou em posição de risco: qualquer traço, ou sulco profundo na superfície do objeto; esboço; projeto; horizonte visual. Risco: penhasco alto; possibilidade de perigo; de perda ou ganho; responsabilidade pelo dano. Eu prefiro admitir que não haja mais nada a ser dito ou que o dito, a fala, não é o mesmo que afirmar que a linguagem fala “como consonância do quieto”, no modo de dizer do filósofo que busca, no poema, o falar da linguagem como o que se diz genuinamente (isto afirma Heidegger, a caminho da linguagem). O que busco no poema é o que escapa à linguagem. Um descaminho. Se a experiência da linguagem e a linguagem da experiência estão em jogo no fazer a experiência da experiência, então é possível entrar no lugar vazio da escuta. Não de uma escuta que extraia o que é levado a soar em palavra, mas a escuta de um não-dizer próprio que se abisma fora da linguagem, no saber ouvir uma linguagem sem entendimento. Saber ir ao desencontro. Que lugar é este fora da linguagem? É preciso, …

Um endereço virtual interessante

Muito interessante, criativo e corajoso o trabalho de Fernanda Magalhães. Artista, fotógrafa, performer, professora da universidade estadual de londrina e doutoranda em artes na unicamp.http://fermaga.blogspot.com/

REVISORA DE TEXTOS

Uma amiga recomenda: Carmem Cecília Pereira
e-mail: revisartese@yahoo.fr