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EXPRESSIVIDADE FEMININA: TRANSFORMANDO MEDO EM AÇÃO

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  As mulheres e o medo de agir por  Karen Horney Tradução  |  Larissa Ramos da Silva   Palestra proferida em 1935 na National Federation of Professional and Business Women’s Clubs, nos Estados Unidos. Publicada pela primeira vez em 1994, postumamente, como anexo da biografia de Horney escrita por Bernard J. Paris [Paris, B.J. (1994). Karen Horney: a psychoanalyst’s search for self-understanding. New Haven e Londres: Yale University Press.], a partir de documentos encontrados por ele nos pertences do ex-aluno, e também biógrafo de Horney, Harold Kelman.   Olhando em retrospectiva para a história da posição da mulher nos últimos séculos, nota-se um fato marcante: em tempos nos quais foram seriamente concedidas às mulheres todas as oportunidades para o desenvolvimento de valores humanos, como no tempo anterior à Revolução Francesa — o chamado período iluminista — não houve interesse em aspectos específicos da psicologia feminina. O ideal era de que todos ...

FALA DO CORPO QUE SE TORNA ESCRITA DO CORPO

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A escrita da mulher/a escrita feminina na poesia de Maria Teresa Horta Natália Salomé de Souza -  Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT, Brasil Vinícius Carvalho Pereira -  Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT, Brasil Tem uma língua que eu falo ou que fala para/por mim em todas as línguas. E essa língua, eu sei, eu não preciso acessá-la, ela surge de mim, ela me inunda, ela é o leite do amor, o mel do meu inconsciente. A linguagem que as mulheres falam quando não tem ninguém por perto para corrigi-las. Hélène Cixous A contestação do padrão masculino da linguagem e a poesia de Maria Teresa Horta É um fato amplamente aceito e reconhecido que a linguagem é a principal característica que difere os seres humanos dos animais. Questionamos, porém: que linguagem é essa? Ela serve para todos os seres humanos? As regras da linguagem – tanto a dos manuais, quanto a das cenas cotidianas – e da sociedade impõem-nos o mascu...