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Mostrando postagens de março, 2010

Cinema

O Fórum de Ciência e Cultura (FCC) em colaboração com a Escola de Comunicação e o curso de Direção Teatral da UFRJ têm a alegria de convidá-los para o início da mostra. A Cena do Cinema que pretende discutir as relações entre cinema, teatro e performance em filmes brasileiros contemporâneos, talvez como alternativas à hegemonia da tradição da telenovela e de um teatro naturalista. Teremos entre os convidados David França Mendes, Susana Ribeiro, Kiko Goifman, Jean-Claude Bernardet, Mario Bortolotto, José Eduardo Belmonte entre outros. No dia 6 de abril, às 19 h., no Salão Moniz de Aragão do FCC será exibido. A Falta que nos Move. (100 min.) seguido de um debate com a diretora Christiane Jatahy e os atores Marina Vianna e Pedro Brício. Para qualquer dúvida sobre a localização consultar www.forum.ufrj.br Contamos com sua presença e divulgação para eventuais interessados. Denilson Lopes, Superintendente de Difusão Cultural do FCC/UFRJ
Curso: O Alienista, as Psicoses e a Fenomenologia Ministrante: Prof. Dr. Marcos José Müller-Granzotto Semestre: 2010 /1 - 15 semanas - Créditos: 4 (quatro) Horário: 3a feira, 13:30 às 16:30 Programa I – INTRODUÇÃO: LOUCURA E FICÇÃO 1. A ficção no limiar entre a teoria e a loucura 2. A ficção fenomenológica sobre a loucura: lapso intencional 3. A ficção psicanalítica sobre a loucura: falta da falta 4. A ficção gestáltica sobre a loucura: ajustamento de busca 5. A ficção ético-política sobre a loucura: “Simão Bacamarte em Casa Verde” II – FENOMENOLOGIA DA PSICOSE 1. Fenomenologia filosófica: na encruzilhada entre a psicose e o naturalismo 2. Fenomenologia filosófica e fenomenologia psiquiátrica: a psicose entre o transcendental e o empírico. 3. História da fenomenologia psiquiátrica: da fenomenologia psiquiátrica descritiva às fenomenologias psiquiátricas genéticas 4. Diferença entre fenômeno psicótico e sintoma psiquiátrico segundo a fenomenologia p...

A escrita é uma zona erógena

É preciso escrever para reinventar continuamente a ilusão. Escrever é também, de certo modo, recusar ao pensamento a seriedade dos sistemas e permitir assim a livre circulação dos fantasmas. (...) Somente a escrita tem o poder de denunciar o saber e de fazer aflorar no texto a vida pulsional do pensamento. (...) A superfície produzida no ato de escrever é a da pele: a escrita é uma zona erógena. Pierre Fédida