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Mostrando postagens de Março 17, 2013

CURSO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃOCURSO DE PÓS-GRADUAÇÄO EM LITERATURA


Disciplina:         FIL-410044      -  Fundamentação dos Discursos Clínicos PGL 3101       - Filosofia e Literatura
Prof. Dr. Marcos José Müller-Granzotto E-mail: ..mjmuller@cfh.ufsc.br Duração: 15 semanas - 4 créditos Inicio do Curso: MARÇO/2013 Local: Dia da semana: Terça feira Horário de início: 13h30min- 16h30
Título do curso: O Desejo nos Discursos Clínicos.

1.   Desejo nos Discursos sobre a Falta: Lacan a respeito de Don Giovanni de Mozart 2.   Desejo nos Discursos sobre o Gozo: Zizek a respeito de “Hamlet antes de Édipo” 3.   Desejo nos Discursos sobre a Renúncia:  Zizek a respeito do “Feminino” 4.   Desejo nos Discursos sobre o Poder: Foucault a respeito de “Diógenes” 5.   Desejo nos Discursos sobre o Erotismo:  Bataille a respeito da “Gratuidade”

Referências bibliográficas

BAAS, Bernard. Don Giovanni e as vozes do desejo. Revista Estudos Lacanianos. V.3, n. 4, BH, 2010 (versão ISSN – 198…

CONVITE

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Caros amigos, nos meses de abril, maio e junho estarei ministrando dois cursos sobre temas específicos da história da música: um sobre o Romantismo, outro sobre a Música do século XX. O local dos cursos é a Camerata Florianópolis (Rua Joe Collaço 708, próximo ao Shopping Iguatemi), sempre às quintas-feiras (Século XX: 18h-19:30h; Romantismo: 19:30h-21h). O valor é de R$180,00 mensais. Outras informações podem ser obtidas diretamente comigo pelo telefone 9913-2796.
Alberto Heller

Dilema Ético

Dilemas e cartilhas
Contardo Calligaris

Na coluna da semana retrasada, "Para que serve a tortura?" (www.migre.me/dwB4Y), propus um dilema moral. Uma criança sequestrada está num lugar onde ela tem ar para pouco tempo. O sequestrador não diz onde está a criança. A tortura poderia levá-lo a falar. Você faz o quê?

Entre os muitos leitores que me escreveram, menos de 10% entenderam que eu estaria promovendo o uso da tortura; mesmo esses, em sua maioria, usaram o dilema para pensar (com seus botões) no que eles fariam.
Na semana passada, na Folha, Vladimir Safatle e Marcelo Coelho entenderam que meu dilema favorecia a tortura. No domingo, Hélio Schwartsman tentou colocar alguma ordem nessa cacofonia.
Pena que nem Safatle nem Coelho fizeram o único exercício que um dilema moral pede: o de pensar nos termos que ele propõe. Muito pior: ambos declararam que não gostam de dilemas. Caramba!
Tentando não ser chato para quem não seguiu a controvérsia, aqui vai:

1) Dizer que você é contra a tort…