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Mostrando postagens de junho, 2023

ANGÚSTIA

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  ANGÚSTIA E A ORIENTAÇÃO DO SUJEITO Isidoro Veg Refletir sobre a angústia é retomar uma inquietude que podemos situar no pensamento que nos antecede, em reflexões importantes como a de Kierkegaard (1972), em  O conceito da angústia , que propõe a angústia como um efeito no ser da distâ n cia inexorável entre o divino, infinito, e nossa finitude. Gosto de recordar especialmente uma frase: “A angústia surge quando a liberdade se apresenta como possível, mas nada a assegura” (Kierkegaard, 1972, p. 43). Ela vai servir para o que vamos desenvolver seguindo outro pensamento, o de Lacan. Essa definição, que vem de outro campo, a filosofia, está muito próxima daquela que em algum momento nós diremos desde a psicanálise.  Uma jornalista perguntava-me qual seria a relaç ã o entre o tema da angústia com o mundo em que vivemos, a sociedade atual. Recordando Heidegger (2007), nessa oposiç ã o que faz entre o ôntico e o ontológico, entre o mundo dos entes e o encontro com o ser c...

VERDADES INVENTADAS: GRUPO DE LEITURA

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  No próximo encontro do grupo de leitura, Verdades Inventadas, leremos o texto de Freud, O Moisés de Michelangelo.  Freud publicou esse estudo na Revista Imago em 1914, sem a menção de seu nome, ou seja, como um texto anônimo. Em seu texto, ele examina detalhadamente o "Moisés" de Michelangelo, a magnífica estátua que representa o grande líder hebreu com sua expressão poderosa e imponente. Por meio de uma extensa pesquisa dos estudos publicados sobre essa obra de Michelangelo e com base na teoria psicanalítica, Freud constrói sua análise sobre as possíveis interpretações dessa poderosa obra do artista renascentista. Na confluência entre arte e psicanálise, a análise freudiana suscita questões fundamentais sobre uma possível teoria estética psicanalítica. O encontro do grupo de leitura acontece pela plataforma Zoom, sempre na últimas terça feira do mês. Em junho, será no dia 27, das 19H às 21H.  Maiores informações:  www.usinadizer.com.br