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Mostrando postagens de Janeiro 1, 2012
DIGITE-ME QUE TU ANDAS E TE DIREI QUEM ÉS
OU
O ESTATUTO DE DEUS, DA CLÍNICA E DA HUMANIDADE EM NOSSA COMTEMPORANEIDADE
Gustavo Capobianco Volaco

No princípio era o verbo. São João. No princípio era o ato. Goethe.
Acredito que vocês conheçam o célebre aforismo de Nietzsche “Deus está morto (...) e quem o matou fomos nós” Pois bem, eis o que me parece uma inverdade, uma falácia, um, para ser cortês e mais preciso, um sofisma. Vocês sabem o que é um sofisma, não é mesmo? Um sofisma é uma argumentação lógica que visa, em sua base, levar-nos ao erro, conduzir-nos ao equívoco, bagunçar a ordem do coreto. O exemplo clássico, de um sofisma, digo, é este produzido por Zenão de Eléia: “Se se derrama um saco de trigo no chão, ele faz barulho; mas se jogamos um só grão, não se percebe ruído algum. Se um grão não produz, dois também não, nem dez, nem mil. Conclui-se portanto que um saco de trigo não produz som algum”. E porque, digo, que o aforismo de Nietzsche “Deus está morto” é um sofisma? Isso não lhes ch…