Postagens

Mostrando postagens de 2014

DANÇA E EDUCAÇÃO NO CONTEXTO SUL-AFRICANO

Imagem
AÇÃO POLÍTICA E AFIRMATIVA:  DANÇA E CORPO NO DISCURSO EDUCACIONAL SUL-AFRICANO PÓS- APARTHEID  Resumo Como parte de uma pesquisa acerca da contribuição da dança nos processos de reconciliação, o presente artigo apresenta uma leitura preliminar da dança no contexto educacional sul-africano pós- apartheid . Dois aspectos são enfatizados, primeiro, a dança como a ação política e, segundo, o corpo como comunicação. A dança como uma ação humana, mais que celebrar a diferença, afirma a alteridade do corpo que dança.  Nota-se assim, a aproximação do corpo, a dança e o perdão. E a conclusão anuncia novos começos na educação. Palavras-chave : dança; corpo; alteridade; educação. Introdução Em concordância com Ann Cooper Albrigth (2003) assinalo que os discursos sobre a diferença têm ajudado os estudiosos e professores da área de conhecimento da dança a reavaliar as experiências e as tradições apresentadas pelas tendências dominantes da história da dança. ...

Referencia Bibliográfica

Revista Estudos Lacanianos - Don Giovanni e as vozes do desejo

CURSO PÓS-GRADUAÇÃO

Imagem
INICIO:  2015 LOCAL: FACVEST - FLORIANÓPOLIS-SC COORDENAÇÃO: MARIA HOLTHAUSEN PERIODICIDADE: MENSAL  HORÁRIOS: SEXTA-FEIRA - 19:00 às 22:00 h                       SÁBADO  - 08:30 às 12:00 h                                        13:30 às 17:30 h CARGA HORÁRIO: 360h - 24 meses INFORMAÇÕES: FACVEST - (48) 3371-0259                           FACVEST/GISELY - (48) 9982-5282                 Maria Holthausen: (48) 9957-7654 Programa 06/03/2015 - INTRODUÇÃO Sexo, essa estranha palavra no limiar entre corpos e discursos. 10/04/2015 - SEXO, ESCRITA E FILOSOFIA   08/05/2015 - ARTE SEXUAL X CIÊNCIA SEXUAL 12/06/2015 - WORKSHOP: O SEXO E A...
Imagem
DO ENTE PSICOLÓGICO QUESTÕES HISTÓRICAS E EPISTEMOLÓGICAS Gustavo Capobianco Volaco Ser ou não ser, eis a questões Shakespeare Não faz muito tempo, mais ou menos dois anos, fui convidado a ocupar-me de uma disciplina que, até onde sei, é onipresente nos cursos de Psicologia. Falo, claro, de sua História a que eu, é preciso confessar, sem conseguir contar os anos, estava completamente afastado por razões que agora não vem ao caso. Pus-me então, à princípio e com pressa, a folhear livros cheios de pó nas estantes de minha biblioteca e, conforme as folhas e os volumes se sucediam, conforme a poeira dava espaço ao branco do papel recheado de letras negras e eu me afundava nos textos, ficava-me a impressão, nada confortável, e cada vez mais contundente de que aquilo que lia em vários autores e em num espantoso uníssono, não passava de uma mitologia, bem entendido, aquilo que nas palavras de Lévi-Strauss serve “para fornecer um modelo lógico para resolver uma contradiç...