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Mostrando postagens de abril, 2007

Aula

Segunda aula Resumo Nó Borromeu SIMBOLICO IMAGINÁRIO REAL 1 . Sujeito do inconsciente - $ 1. Eu – totalidade 1 . Ser – ser de gozo 2. Duplo sentido 2. Sentido 2. não sentido/ não-senso 3. Inconsciente (Outro) 3. Identificações 3. Pulsões 4. objeto a – semblante: peito, fezes, olhar, voz 4. I(a) – falo (objeto da fantasia) 4. das Ding – a Coisa (furo – consistência lógica) 5. amor na ordem da contingência – cessa de não se escrever. 5. amor na ordem do necessário (sintoma) – não cessa de se escrever. 5. amor na ordem do impossível – não cessa de não se escrever. Desdobramento dos três registros: Campo do Real : Real-real: a Coisa horrenda: a cabeça da Medusa, o alienígena do filme, o abismo, o monstro. Real-imaginário: designa não a ilusão do Real, mas o Real da própria ilusão. Esse é o ponto do Real no Outro. Real-simbólic...

"O Esplendor de Portugal": a desconstrução da identidade na ficção de Lobo Antunes

  António Lobo Antunes, o grande vencedor do Prêmio Camões de Literatura deste ano, é um dos escritores portugueses mais conhecidos fora do seu país. No entanto, ao contrário de outros ilustres autores lusitanos, Lobo Antunes nunca manteve uma grande relação de amor com Portugal. Nascido em Lisboa, em 1942, formou-se em Medicina, exerceu a Psiquiatria e participou da Guerra Colonial de Angola (1961-1974), quando as últimas colônias européias na África foram desocupadas. Entre os vários romances de Antunes publicados no Brasil destaco O Esplendor de Portugal, cujo título é lícito interpretar pela via do irônico, pois nos remete ao último verso do hino nacional português: “Levantai hoje de novo o esplendor de Portugal”. O hino português, de 1890, conseguiu traduzir numa associação entre música e poesia o sentimento patriótico de revolta dos portugueses contra o ultimato imposto pela Grã-Bretanha. Constitui-se em expressão simbólica da nação portuguesa, vindo a ganhar força de...

CURSO PSICANÁLISE

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CURSO - 2007 O que é o insustentável da co-existência? O que nos impele a viver junto, a fazer par, a amar? A tradição filosófica apela para o reencontro da unidade perdida. Amar é aspirar a ser um só. Por sua vez, na tradição da teoria psicanalítica – a obra de Freud - o amor reina entre as águas do narcisismo e da idealização. Amar implica em querer ser amado e dar consistência à vaidade do amor que se dirige ao próprio eu. É, por isso mesmo, a via do amor-paixão que coloca em cena o objeto amoroso na vertente da idealização. O registro do impossível – do objeto para sempre perdido – é negado e substituído pela promessa de felicidade. Nega-se a castração para sustentar a ilusão de que o amado tem o que falta ao amante. Seguindo a trilha freudiana, Lacan, primeiramente, localizou o amor no campo do Imaginário. É a versão do amor que engana e é enganador: dois semelhantes se ligam num engodo de aprisionamento em que se perdem transitando do amor à agressividade. Trata-se do equivoco d...

CLARISSA CONVIDA

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CABARÉ VOLTAIRE Dias 21 e 22, sábado e domigo, 20 horas CORPOEMAPROCESSO TEATRODESESSÊNCIA : O QUE NASCE DO ESQUECIMENTO Apresentação da Performer CLARISSA ALCÂNTARA (SC) Processo inaugurado em 1988, denominando-se teatro desessência, Corpoemaprocesso é uma experiência performática indeterminada que põe, por pura determinação, o corpo em uso no acontecimento do agora. A proposta é investigar um pensamento do corpo que aparece no inapreensível, no acontecimento imprevisto, desprovido da dominação da palavra, separado de qualquer origem, sem lei, sem manifesto, sem estatuto, criado em ato/processo. O que nasce do esquecimento , inaugura seu novo projeto performático: "eu me contei uma história, gostei dela e adormeci..." ; texto-imagem dos diários de Lourdes Alcantara. Realização: CCBH - Centro de Cultura Belo Horizonte