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Mostrando postagens de abril, 2020

ADORÁVEIS MULHERES

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MULHERZINHAS Louisa May Alcott              LOUISA MAY ALCOTT • Nasc: 29 de novembro de 1832 em Germantown, hoje parte da Filadélfia-USA; • Filha de Amos Bronson Alcott (transcedentalista) e Abby May (assistente social); • Iniciou a sua educação em casa e as suas lições eram dadas principalmente pelo seu pai, mas ela também teve lições com professores renomados e conviveu com grandes nomes das artes de sua época; • O Livro Little Woman , baseado na via da autora, foi uma encomenda com a recomendação que deveria ser para meninas e deveria finalizar com casamentos. Teve sucesso instantâneo e no ano seguinte foi editado a sequência chamada de Good Wives , editados juntos em 1880; Resumo: Com o pai na guerra e uma mãe ocupada, as jovens Meg, Jo, Beth e Amy (16, 15, 13 e 12 anos) crescem juntas. De diferentes personalidades, nem sempre o convívio entre as quatro irmãs é dos mais amigáveis, mas o...

O PERIGO DE UMA HISTÓRIA ÚNICA: Literatura e Artes Plásticas

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O Perigo de Uma História Única  De:  Chimamanda Ngozi Adichie A autora nasceu e cresceu na Nigéria, passou sua infância no Campus universitário no leste da Nigéria. Cresceu lendo contos infantis de autores britânicos e americanos, obras que influenciaram suas impressões de literatura, e quando jovem sua escrita os imitavam. Quando começou a ter contato com autores africanos disponíveis, sua visão sobre a literatura mudou.  Buscou seu lugar na literatura onde meninas como ela também existiam. Demostrando quão vulneráveis somos diante de uma história única, especialmente durante a infância. Mas, além disso, o perigo de uma história única, estão presentes em todos os lugares que passamos, julgando as pessoas, da qual só vemos sua condição do momento, e como ela mesma ressaltou em relação ao  Fide , assim como muitos outros pré-conceitos que surgem de imediato sem ao menos procurar entender os motivos ou causas daquilo que parece ser....

ANGÚSTIA - Anton Tchekhov

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ANGÚSTIA Anton Tchekhov     Crepúsculo vespertino. Uma neve úmida, em grandes flocos, remoinha preguiçosa junto aos lampiões recém-acesos, cobrindo com uma camada fina e macia os telhados das casas, os dorsos dos cavalos, os ombros das pessoas, os chapéus. O cocheiro Yona Potapov está completamente branco, como um fantasma. Encolhido o mais que pode se encolher um corpo vivo, está sentado na boleia, sem se mover.    Tem-se a impressão de que, mesmo que caísse sobre ele um montão de neve, não consideraria necessário sacudi-la… Seu rocim está igualmente branco e imóvel. Graças a sua imobilidade, à angulosidade das formas e à perpendicularidade de estaca de suas patas, parece mesmo, de perto, um cavalinho de pão de ló de um copeque. Seguramente, ele está imerso em meditação.     Não pode deixar de meditar quem foi arrancado do arado, da paisagem cinzenta e familiar, e atirado nessa voragem, repleta de luzes monstruosas, de um ...