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Conviete do Professor Denilson

Amigos, O livro que organizamos - Cinema,Globalizacao e Interculturalidade -sera lancado no Rio de Janeiro no dia 18 de outubro (segunda-feira), 19 h, na Blooks Livraria ( dentro do Arteplex Unibanco de Cinema ) Praia de Botafogo 316 (tel: 25598776). Acreditamos ser uma contribuicao para compreender o cinema, e talvez não só, para alem do nacional.  O livro também pode ser adquirido diretamente pelo site www.unochapeco.edu.br/argos . Claro, se puderem repassar a quem possa se interessar agradecemos. Abraços e contamos com sua presença, Andréa França e Denilson Lopes

Complexo de Édipo

Sófocles – Édipo Rei Freud transforma o drama edípico em um drama universal. “ Todo ser humano se vê diante da tarefa de superar o complexo de Édipo”. (Freud)  1897 – carta a Fliess – A primeira vez que Freud faz menção a tragédia e Sófocles.    1910 – Um tipo especial de escolha de objeto feita pelos homens . Neste texto, aparece pela primeira vez o termo complexo de Édipo.   Na teoria freudiana, a noção de complexo de Édipo não fala da sexualidade infantil. Ela fala da entrada do sujeito nas leis da linguagem. A sexualidade só vai adquirir o seu estatuto teórico conceitual em os Três ensaios sobre a teoria da sexualidade , de 1905.   Podemos pensar o complexo de Édipo sob duas variáveis:   1. A construção antropológica do sujeito. Conforme Claude Lévi-Strauss, a diferença entre natureza e cultura é determinada pelo interdito. Enquanto o natural é aquilo que é constante e universal para todos os indivíduos da espécie, o cultural é caracterizado ...

FREUD - TEXTOS CLÍNICOS

Textos de Freud sobre a teoria psicanalítica Volume – VII O Método psicanalítico de Freud. 1904 [1903] Sobre a psicoterapia. 1905 [1904] Tratamento psíquico (ou mental). 1905 Volume XI As perspectivas futuras da terapêutica psicanalítica. 1910 Psicanálise ‘silvestre’. 1910 Volume XII Sobre o início do tratamento (Novas recomendações sobre a técnica da psicanálise I). 1913 Sobre a psicanálise. 1913 (1911) Volume XIII O interesse científico da psicanálise. 1913 Observações e exemplos da prática psicanalítica. 1913 Algumas reflexões sobre a psicologia do escolar. 1914 Volume XIV A história do movimento psicanalítico. 1914 Volume XV Conferências Introdutórias sobre Psicanálise. 1916-1917 I. Parapraxias II Sonhos Volume XVI Conferências Introdutórias sobre Psicanálise (continuação) Parte III - Teoria Geral das neuroses. 1917 Volume XVII Uma dificuldade no caminho da psicanálise. 1917 Linhas de progresso na terapia psicanalítica...

CONVITE

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Caros amigos, Quero convidá-los para o concerto que acontecerá nesta sexta-feira - dia 13 - às 21:00h no Teatro Pedro Ivo Campos . No programa, o concerto Tríplice de Beethoven (assim chamado por ter três solistas junto à orquestra - no caso: piano, violino e violoncelo) e minha mais nova composição: um concerto para piano, violino, viola e orquestra sinfônica. O título dessa obra é Aurora consurgens , alusão a um antigo tratado alquímico (cada um dos quatro movimentos representa uma das fases da alquimia: Nigredo, Albedo, Citrinitas e Rubedo). O violinista, o violista e o violoncelista vieram da Itália especialmente para participar desse evento, são excelentes musicistas (tocam na Sinfônica de Roma). Nas duas obras farei a parte do piano, e a regência será do maestro Jeferson Della Rocca. Espero que possam vir. Alberto Heller ##########   Aurora Consurgens Concerto para piano, violino, viola e orquestra Alberto Andrés Heller O título ‘Aurora Consurgens’ (que pode s...
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Princesa Marie Sobrinha-neta de Napoleão, Marie Bonaparte à beira da depressão e acreditando-se frígida, procura Freud. Durante o processo de análise com o psicanalista nasce entre eles uma grande amizade, até ela se tornar também uma psicanalista renomada e divulgadora das teorias de Freud. Ele a salvou de suas neuroses e Marie o salvou dos nazistas.

O obsessivo e seu desejo, segundo o Seminário V de Lacan.

A Dialética da Demanda e do Desejo.... O desejo para o obsessivo se apresenta de forma evanescente, diz Lacan no Seminário V. Essa evanescência do desejo é efeito da dificuldade, do sujeito obsessivo, na relação com o Outro; na medida em que o campo do Outro é o lugar onde se ordena o desejo. Se, conforme Lacan, o desejo se ordena pelo significante. É no interior do campo Simbólico que o sujeito é obrigado a se exprimir e produzir um efeito de significante, isto é, um significado. Esse é o pacto da constituição do sujeito da linguagem, fora de qualquer imanência. É no interior da experiência que o sujeito tem com a linguagem que vem se formular sua relação com o desejo. A relação do sujeito com o Outro, e com a vida, é simbolizada por um engodo, uma isca, cujo ponto de referência é o significante do falo. O falo como simbólico tem por tarefa orientar o ser humano com relação a um significado, assim sendo orienta o desejo, e por esta razão se encontra numa posição privilegiad...

Como ler Lacan - Slavoj Zizek

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Nunca defendi a ideia de que ler Lacan é uma tarefa fácil. Mas, acho que algumas leituras de Lacan são fascinantes. Entre elas, a do filósofo esloveno Slavoj Zizek. Em seu último livro editado no Brasil – Como ler Lacan , da editora Zahar – Zizek, novamente, acerta o ponto de sua estranha alquimia. Num estilo claro, mas nada despretensioso, o filosofo erudito e pop , nos leva a uma bela viagem ao mundo lacaniano através do modelo de leitura do próprio Lacan. “Lacan era um leitor e intérprete voraz; para ele, a própria psicanálise é um método de leitura de textos, orais (a fala do paciente) ou escritos. Não há maneira melhor de ler Lacan, então, que praticar seu modo de leitura e ler os textos de outros com Lacan. Assim, cada capítulo desse livro vai confrontar uma passagem de Lacan com um outro fragmento (de filosofia, de arte, de cultura popular r ideologia). A posição lacaniana será elucidada através da leitura lacaniana do outro texto.”

Cinema

O Fórum de Ciência e Cultura (FCC) em colaboração com a Escola de Comunicação e o curso de Direção Teatral da UFRJ têm a alegria de convidá-los para o início da mostra. A Cena do Cinema que pretende discutir as relações entre cinema, teatro e performance em filmes brasileiros contemporâneos, talvez como alternativas à hegemonia da tradição da telenovela e de um teatro naturalista. Teremos entre os convidados David França Mendes, Susana Ribeiro, Kiko Goifman, Jean-Claude Bernardet, Mario Bortolotto, José Eduardo Belmonte entre outros. No dia 6 de abril, às 19 h., no Salão Moniz de Aragão do FCC será exibido. A Falta que nos Move. (100 min.) seguido de um debate com a diretora Christiane Jatahy e os atores Marina Vianna e Pedro Brício. Para qualquer dúvida sobre a localização consultar www.forum.ufrj.br Contamos com sua presença e divulgação para eventuais interessados. Denilson Lopes, Superintendente de Difusão Cultural do FCC/UFRJ
Curso: O Alienista, as Psicoses e a Fenomenologia Ministrante: Prof. Dr. Marcos José Müller-Granzotto Semestre: 2010 /1 - 15 semanas - Créditos: 4 (quatro) Horário: 3a feira, 13:30 às 16:30 Programa I – INTRODUÇÃO: LOUCURA E FICÇÃO 1. A ficção no limiar entre a teoria e a loucura 2. A ficção fenomenológica sobre a loucura: lapso intencional 3. A ficção psicanalítica sobre a loucura: falta da falta 4. A ficção gestáltica sobre a loucura: ajustamento de busca 5. A ficção ético-política sobre a loucura: “Simão Bacamarte em Casa Verde” II – FENOMENOLOGIA DA PSICOSE 1. Fenomenologia filosófica: na encruzilhada entre a psicose e o naturalismo 2. Fenomenologia filosófica e fenomenologia psiquiátrica: a psicose entre o transcendental e o empírico. 3. História da fenomenologia psiquiátrica: da fenomenologia psiquiátrica descritiva às fenomenologias psiquiátricas genéticas 4. Diferença entre fenômeno psicótico e sintoma psiquiátrico segundo a fenomenologia p...

A escrita é uma zona erógena

É preciso escrever para reinventar continuamente a ilusão. Escrever é também, de certo modo, recusar ao pensamento a seriedade dos sistemas e permitir assim a livre circulação dos fantasmas. (...) Somente a escrita tem o poder de denunciar o saber e de fazer aflorar no texto a vida pulsional do pensamento. (...) A superfície produzida no ato de escrever é a da pele: a escrita é uma zona erógena. Pierre Fédida

O Objeto de arte

Romildo do Rêgo Barros Vocês certamente conhecem a história de Apeles, o célebre pintor da antiguidade que, escondido atrás de uma cortina, escutou o comentário feito por um sapateiro a respeito das sandálias que tinha pintado. Apeles aceitou a crítica e modificou as sandálias. No dia seguinte, o mesmo sapateiro criticou a forma da perna. O artista respondeu então com a frase que se tornou famosa: e sutor ultra crepidam, “o sapateiro não deve ir além das sandálias”. Essa frase, sem dúvida um pouco brutal – e que até poderia ser aplicada a mim próprio esta noite –, não quer dizer que um sapateiro não pode opinar sobre uma obra de arte, mas que quando se trata de um assunto diferente da sua atividade profissional, é preciso ter outros critérios: ou seja, um sapateiro, como sapateiro, somente pode falar sobre sandálias. Como vocês sabem, os objetos são geralmente qualificados de acordo com sua utilidade. Eles servem para algo. Uma caneta, por exemplo, serve para escreve...

Saber e Experiência

Por que visitamos museus? Procuramos experiência estética ou queremos nos cultivar? Cotardo Calligaris NA SUA próxima visita a um museu de arte, esqueça-se das obras e considere apenas os visitantes. Um bom número, talvez a maioria, não para diante de uma tela (por exemplo) sem antes ter lido a pequena placa com nome do artista, título e data. Bom, eles querem se cultivar, saber quem pintou, quando e o quê. Mas, dessa forma, muitos acabam, sobretudo, limitando sua experiência: ao constatar que o autor lhes é desconhecido, eles mal olham para a tela e passam à obra seguinte, enquanto, se o pintor for uma celebridade, contemplam com dedicação - as más línguas dirão que eles sentem-se assim "autorizados" a parar e contemplar. Os mais divertidos são os que adotam estratégias bizarras para dar uma espiada na placa sem que o amigo que os acompanha se dê conta e logo exclamam em voz alta, como se tivessem reconhecido a obra sem auxílio algum: "Aqui está o quadro...

Sobre a escrita

Escrever nada tem a ver com significar, mas com agrimensar, cartografar, mesmo que sejam regiões ainda por vir. Deleuze e Guattari, in: Mil Platôs XXXXXXXXX Uma ascese da escrita não me parece ser aceitável senão ao se unir a um "está escrito" mediante o qual se instauraria a relação sexual. Jacques Lacan, in: Lituraterra
Aos amigos próximos e distantes. Aos amigos de toda parte, de todas as cores, de todas as crenças e de todos os tamanhos; os nossos votos de BOAS FESTAS e de um FELIZ ANO NOVO . @@@@@@@ Amigo é coisa para se guardar No lado esquerdo do peito Mesmo que o tempo e a distância digam "não" Mesmo esquecendo a canção O que importa é ouvir A voz que vem do coração Pois seja o que vier, venha o que vier Qualquer dia, amigo, eu volto A te encontrar Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar. @@@@@@@
CERTIFICADO DO CURSO Por solicitação do DAEx, vou precisar do CPF dos alunos que participaram do Curso, para emissão dos certificados. Então, por favor, envie o seu CPF para o meu email: malholthausen@hotmail.com

CONVITE

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Querida Maria, Gostaria de convidá-la para o 4º e último recital do Ciclo Completo das Sonatas para Piano de Mozart que estarei realizando nesta quarta-feira dia 02 de dezembro às 20:00h no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC). As sonatas deste recital são conhecidas como as “sonatas de Viena”, todas escritas nessa cidade onde Mozart passou seus últimos anos de vida. Trata-se das sonatas nº 14 em dó menor (precedida pela belíssima Fantasia em dó menor), a nº 15 em fá maior (obra bastante contrapontística e com influências bachianas), a nº 16 simplicidade por razões didáticos), a nº 17 em si bemol maior e a nº 18 em ré maior. Como das vezes anteriores, os ingressos custam R$20,00 e R$10,00 e podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro . Espero poder contar com sua presença!   Um grande abraço, Alberto Andrés Heller

CONVITE

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Local: Café Cultura Endereço: Praça XV de Novembro - Centro - Florianópolis-SC Dia: 12 de Dezembro de 2009 - sábado Horário: 18H00 clarissa alcântara – clóvis domingos   matheus silva – nicolas corres Quatro performers instauram individualmente o processo de invenção de suas histórias pessoais, subtraindo sua experiência única da multiplicidade a ser constituída. ### Vamos fechar o ano com a performance do grupo de Belo Horizonte, e, no mesmo movimento, abrir nossos laços de trabalho para 2010.
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Sempre que se produz um fenômeno em dois tempos, na obsessão por exemplo, o primeiro tempo é a angústia, e o segundo é a culpa, que aplaca a angústia no registro da culpabilidade. Jacques Lacan O simbólico, o imaginário e o real

"Não"

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A dificuldade de dizer não (ou sim) ### Contardo Calligaris ### ### DURANTE TODA minha infância, eu dizia "não" mesmo quando queria dizer "sim". Usava o não como uma palavra de apoio, uma maneira de começar a falar. Minha mãe: "Vou sair para fazer compras; algo que você gostaria para o jantar?". Eu, enérgico: "Não", acrescentando imediatamente: "Sim, estou a fim de ovos fritos (ou sei lá o quê)". Os adultos tentavam me corrigir: "Então, é sim ou não?". "Não, é sim", eu respondia. Entendi esse meu hábito muito mais tarde, quando li "O Não e o Sim", de René Spitz (ed. Martins Fontes). No fim da faculdade, Spitz era um dos meus autores preferidos, o único, ao meu ver, que conciliava a psicanálise com o estudo experimental do desenvolvimento infantil. No livro, pequeno e crucial, Spitz nota que, nas crianças, o uso do "não" aparece por volta do décimo oitavo ...