Aos amigos próximos e distantes. Aos amigos de toda parte, de todas as cores, de todas as crenças e de todos os tamanhos; os nossos votos de BOAS FESTAS e de um FELIZ ANO NOVO . @@@@@@@ Amigo é coisa para se guardar No lado esquerdo do peito Mesmo que o tempo e a distância digam "não" Mesmo esquecendo a canção O que importa é ouvir A voz que vem do coração Pois seja o que vier, venha o que vier Qualquer dia, amigo, eu volto A te encontrar Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar. @@@@@@@
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Mostrando postagens de 2009
CONVITE
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MARIA HOLTHAUSEN
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Querida Maria, Gostaria de convidá-la para o 4º e último recital do Ciclo Completo das Sonatas para Piano de Mozart que estarei realizando nesta quarta-feira dia 02 de dezembro às 20:00h no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC). As sonatas deste recital são conhecidas como as “sonatas de Viena”, todas escritas nessa cidade onde Mozart passou seus últimos anos de vida. Trata-se das sonatas nº 14 em dó menor (precedida pela belíssima Fantasia em dó menor), a nº 15 em fá maior (obra bastante contrapontística e com influências bachianas), a nº 16 simplicidade por razões didáticos), a nº 17 em si bemol maior e a nº 18 em ré maior. Como das vezes anteriores, os ingressos custam R$20,00 e R$10,00 e podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro . Espero poder contar com sua presença! Um grande abraço, Alberto Andrés Heller
CONVITE
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Local: Café Cultura Endereço: Praça XV de Novembro - Centro - Florianópolis-SC Dia: 12 de Dezembro de 2009 - sábado Horário: 18H00 clarissa alcântara – clóvis domingos matheus silva – nicolas corres Quatro performers instauram individualmente o processo de invenção de suas histórias pessoais, subtraindo sua experiência única da multiplicidade a ser constituída. ### Vamos fechar o ano com a performance do grupo de Belo Horizonte, e, no mesmo movimento, abrir nossos laços de trabalho para 2010.
"Não"
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A dificuldade de dizer não (ou sim) ### Contardo Calligaris ### ### DURANTE TODA minha infância, eu dizia "não" mesmo quando queria dizer "sim". Usava o não como uma palavra de apoio, uma maneira de começar a falar. Minha mãe: "Vou sair para fazer compras; algo que você gostaria para o jantar?". Eu, enérgico: "Não", acrescentando imediatamente: "Sim, estou a fim de ovos fritos (ou sei lá o quê)". Os adultos tentavam me corrigir: "Então, é sim ou não?". "Não, é sim", eu respondia. Entendi esse meu hábito muito mais tarde, quando li "O Não e o Sim", de René Spitz (ed. Martins Fontes). No fim da faculdade, Spitz era um dos meus autores preferidos, o único, ao meu ver, que conciliava a psicanálise com o estudo experimental do desenvolvimento infantil. No livro, pequeno e crucial, Spitz nota que, nas crianças, o uso do "não" aparece por volta do décimo oitavo ...
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A Jimena nos mandou o texto do Renato Mezan, que a Mara se referiu na última aula, e que gerou várias questões sobre o discurso do Mestre. ##### Perigos da obediência Livro e filme retratam como a sociedade administrada e a manipulação da linguagem desenvolvem no indivíduo o ódio pelo outro. RENATO MEZAN ## Teria o mês de setembro alguma afinidade secreta com a violência? Diante do número de matanças que ocorreram ou começaram nele, poderíamos brincar com a ideia: em 2001, os atentados de Nova York; em 1939, o início da Segunda Guerra; em 1970, o massacre dos palestinos na Jordânia (o "Setembro Negro"); em 1792, grassa o Terror em Paris, que deu origem aos termos "septembriser" e "septembrisade", significando "massacre de opositores" - e haveria outras a lembrar. O primeiro transpõe para a Alemanha atual um fato que teve lugar em 1967, na cidade de Palo Alto [EUA]. Querendo mostrar a seus alunos como o fascismo se apoderou das massas nos anos 1...
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Sexta Aula Na primeira fase de seu ensino, entre 1936 e 1949, Lacan publica vários textos cujo foco é redefinir o narcisismo freudiano a partir de sua formulação do estádio do espelho, e de apresentar uma noção de sujeito articulado com o sentido. Em 1949, Lacan publica uma versão modificada de seu texto, O estádio do espelho como formador da função do eu, apresentado pela primeira em 1936, num Congresso de Psicanálise. Em O estádio do espelho, a partir da observação de sua própria filha, ele descreve a experiência de uma criança, entre seis e dezoito meses de idade, frente ao espelho. Para Lacan, nesta fase, apresentada como fase do espelho, a criança – tal como no mito de Narciso – se fascina e se identifica com a sua imagem, enxergada como outra no espaço virtual que lhe apresenta o espelho. Influenciado pela filosofia de Hegel, Lacan formaliza essa experiência empírica como paradigma da dialética do senhor e do escravo. Na fase do espelho, como em toda relação di...
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Camerata Florianópolis Teatro Governador Pedro Ivo 27 de Setembro - Domingo 20H00 Sinfonia Concertante para Violino e Viola Concerto no. 4 para Piano e Orquestra Jeferson Della Rocca - Maestro Alberto Andrés Heller - Piano Walesca Sieczkowska - Violino Paolo Finott - Viola [Italia] Ingressos: R$ 20,00 (Inteira) R$ 10,00 (estudantes, idosos e Clube DC)
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Quarta e Quinta Aula Conforme Elizabeth Rudinesco, foi no convívio com Alexandre Koyré, Henry Corbin, Alexandre Kojève e Georges Bataille; que Lacan inicia-se na modernidade filosófica passando pela leitura de Husserl, Nietzsche, Hegel e Heidegger. Entre 1933 e 1939, Alexandre Kojève, jovem filósofo russo, ministra um curso sobre a Fenomenologia do Espírito, de Hegel. Influentes autores franceses de várias áreas disciplinares participam do Curso, entre eles: Raymond Quenau e André Breton – da literatura; Maurice Merleau-Ponty, Eric Weil, Raymond Aron e Pierre Klossowski – da filosofia; Roger Caillois – da antropologia; e Jacques Lacan. A partir de então, a teoria e a clínica lacaniana serão fortemente influenciadas pela leitura do filósofo russo, e a teoria do filosofo alemão. Sendo que um dos conceitos que mais sofreram estas influências foi, por certo, o do desejo. Não há como falar na noção de desejo em Lacan sem passar pela parábola da “dialética do senhor e do escravo”. ...
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Segunda e Terceira aula O desejo no ensino de Freud Para Freud o desejo é um movimento que, frente à repetição da necessidade, procura reinvestir (recatexizar) o traço mnêmico da experiência de satisfação. Dessa definição, é possível destacar alguns termos: Movimento : O desejo é definido como uma moção, uma força que dirige o sujeito para um fim determinado. Essas moções do desejo fluem em direção aos objetos da realidade investindo-os de libido, num processo chamado de libidinização do objeto. Para Freud o primeiro objeto libidinizado é o Eu, dando origem ao narcisismo. As moções do desejo podem também mudar o seu curso – sublimação -, ou serem inibidas. Quando a realidade é muito hostil - lugar de privação e frustração permanente - apresenta-se o que se pode chamar de psicose da miséria : afrouxamento dos vínculos e dos investimentos da libido em relação à realidade. Repetição: No campo do desejo, podemos compreender a repetição como a insistência do desejo nã...
Primeiras Estórias
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Famigerado Guimarães Rosa Foi de incerta feita — o evento. Quem pode esperar coisa tão sem pés nem cabeça? Eu estava em casa, o arraial sendo de todo tranqüilo. Parou-me à porta o tropel. Cheguei à janela. Um grupo de cavaleiros. Isto é, vendo melhor: um cavaleiro rente, frente à minha porta, equiparado, exato; e, embolados, de banda, três homens a cavalo. Tudo, num relance, insolitíssimo. Tomei-me nos nervos. O cavaleiro esse — o oh-homem-oh — com cara de nenhum amigo. Sei o que é influência de fisionomia. Saíra e viera, aquele homem, para morrer em guerra. Saudou-me seco, curto pesadamente. Seu cavalo era alto, um alazão; bem arreado, ferrado, suado. E concebi grande dúvida. Nenhum se apeava. Os outros, tristes três, mal me haviam olhado, nem olhassem para nada. Semelhavam a gente receosa, tropa desbaratada, sopitados, constrangidos coagidos, sim. Isso por isso, que o cavaleiro solerte tinha o ar de regê-los: a meio-gesto, desprezivo, intimara-os de pegarem o lugar ...
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Referências Bibliográficas - Curso de 2009 - Castelo Branco , Guilherme, Olhar e o amor – A Ontologia de Lacan, Rio de Janeiro: Nau Ed., 1995. Capítulo 3 – “A coisa e o desejo” Derrida , Jacques, [2002] A Escritura e a Diferença, São Paulo: Ed. Perspectiva. - “Freud e a cena da escritura” Garcia-Roza , Luiz Alfredo. [1991] Introdução à Metapsicologia Freudiana 2 , Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. - Capítulo 3 – Impressão, Traço e Texto - Capítulo 8 – O Desejo Kaufmann , Pierre. [1996]. Dicionário Enciclopédico de Psicanálise , Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. Lacan , Jacques. [2005]. O Seminário livro 10, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. - Capítulo 8 – A causa do desejo Miller, Jacques-Alain. [1997] Lacan Elucidado: palestras no Brasil, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. - Capítulo I - O mal-entendido Neri , Regina. [2005] A psicanálise e o feminino : um horizonte da modernidade, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. - Capítulo 1 - Da invenção da Razão à Crise da Razão. ...
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Para acessar a obra de Freud e Lacan na rede. FREUD: http://www.4shared.com/network/search.jsp?sortType=1&sortOrder=1&sortmode=2&searchName=freud&searchmode=2&searchName=freud&searchDescription=&searchExtention=&sizeCriteria=atleast&sizevalue=10&start=0 LACAN: http://www.4shared.com/network/search.jsp?sortType=1&sortOrder=1&sortmode=2&searchName=lacan&searchmode=2&searchName=lacan&searchDescription=&searchExtention=&sizeCriteria=atleast&sizevalue=10&start=0
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Primeira Aula 18 de agosto de 2009 Neste semestre começamos o quarto curso vinculado ao Grupo de Estudo de Arte, Filosofia e Psicanálise . A proposta desse grupo, desde o início do projeto, é abrir um diálogo entre este saber – a filosofia –, e os dois processos de criação, ou melhor, de invenção (pois, inventar é dar uma nova forma a algo que já existe), que são o trabalho do artista e o trabalho do psicanalista. Relaciono o trabalho do psicanalista ao trabalho do artista, por acreditar que o que está em jogo no divã, se aproxima muito mais do procedimento de invenção de um saber, do que de um procedimento epistemológico. Podemos dizer: Assim como Marcel Duchamp, inventou um vaso sanitário como objeto de arte; em uma análise, inventamos um nome para objeto a . Essa nomeação vai gerar uma série de efeitos sobre a forma do gozo e no modo de operar o desejo de um sujeito. Sobre o curso desse semestre, eu gostaria de iniciar apontando três intenções: Em primeiro lugar...
Libertinagem
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Giordano Bruno : “Meus pensamentos são meus cães. Eles me devoram.” Diderot : “Meus pensamentos são minhas prostitutas. Eu os deixo livre para seguir a primeira idéia.” Jacques-Alain Miller: O que é libertinagem? É gozar, sem dúvida, mas gozar sem ser escravo do seu gozo. É, pelo contrário, ser dono do seu gozo. Trata-se de amar sua pulsão na indiferença do objeto, uma ou outra. É essencialmente não desposar nenhum pensamento, mas extrair de cada um uma satisfação que não aprisiona.
CURSO PSICANÁLISE
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O que causa o teu desejo? O desejo na clínica lacaniana ##### Sabemos que a natureza última do desejo é da categoria do impossível, mas, sabemos também, que a nossa experiência cotidiana como sujeitos desejantes não acontece nesse nível. O lugar dos objetos do desejo é o campo das representações da realidade e dos objetos ditos reais. Nesse campo, não falamos o desejo, mas do desejo. Na vida cotidiana caminhamos em direção a objetos secundários que aparecem para a consciência como objetos possíveis cujo alcance depende pelo menos em parte de nossa ação voluntária, consciente. Em Freud, a realidade e seu Princípio só se introduzem no campo do desejo a partir do fracasso da satisfação alucinatória através da qual o psiquismo da criança tenta contentar as demandas imediatistas e onipresentes do Princípio do Prazer. O fracasso, parcial, do Princípio do Prazer inaugura a um só tempo três instâncias para a psique: o tempo, a realidade e o sujeito. O sujeito, visto aqui, ...